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A Unidade Central Operativa (UCO) da Guarda Civil espanhola prendeu, nesta terça-feira, o presidente da Federação Espanhola de Futebol (RFEF), Ángel María Villar, e seu filho Gorka, durante uma operação anticorrupção ordenada pela Audiência Nacional, informaram à Agência Efe fontes da investigação.
No total, segundo as fontes, estão previstas uma dezena de detenções, como as do vice-presidente da Federação e presidente da Federação de Tenerife, Juan Padrón, além do secretário da entidade regional.
Espera-se também a realização de operações em outras entidades e escritórios profissionais, entre elas a própria sede da RFEF, segundo as fontes.
Os crimes pelos quais os dirigentes foram detidos são administração desleal, apropriação indébita, corrupção privada e falsificação, todo isso em relação com a organização de jogos internacionais.
A suspeita é que os investigados podem ter se beneficiado através de várias empresas e em prejuízo da Federação Espanhola de Futebol na organização dessas partidas.
Fontes informaram à Efe que amistosos entre seleção espanhola e outras equipes renderam compensações financeiras ao filho de Villar, um advogado especialista em direito esportivo.
A operação Soule, é comandada pelo juiz da Audiência Nacional, Santiago Pedraz, em coordenação com as promotoras anticorrupção Inmaculada Violán e Esther González e está sob segredo de justiça.
Ángel María Villar, que comanda o futebol espanhol há 29 anos, desde 1988 , e também é vice-presidente da Uefa, está sendo investigado em outro processo em um Tribunal de Majadahonda (Madri) por conta de um possível tratamento preferencial aos clubes Recreativo Huelva e Marino.
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